domingo, 10 de junho de 2018

Trump chega a Cingapura para encontro com Kim Jong Un

Encontro será na segunda-feira (11), às 22 horas (horário de Brasília)


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou há pouco (início da noite pelo horário local) a Cingapura, onde deve se encontrar às 9h horas de terça-feira (22h da segunda-feira no horário de Brasília) com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
Kim pousou em Cingapura durante a madrugada (período da tarde, pelo horário local). Foi pelo ministro de Relações Exteriores da cidade-Estado, Vivian Balakrishnan, e depois se reuniu com o primeiro ministro, Lee Hsien Loong, no palácio presidencial.
Não está claro, até o momento, que tipo de decisão pode resultar na terça-feira. Pyongyang diz estar disposto a deixar de lado seu arsenal nuclear se os EUA derem garantias de segurança e outros benefícios. Muitos analistas consideram esta hipótese improvável, em virtude dos esforços feitos por Kim para construir seu programa.
Outra possibilidade é que as duas lideranças discutam sobre um acordo para acabar com a Guerra da Coreia, em substituição ao armistício assinado em 1953. Apesar de os combates da guerra terem terminado naquele ano, tecnicamente o conflito continua porque ao invés de um tratado de paz, oficiais militares da Organização das Nações Unidas (ONU), Coreia do Norte e China, liderados pelos EUA, assinaram o armistício.

Hospital de Pau dos Ferros ganha novos leitos de UTI

Hospital recebeu uma UTI totalmente renovada, com capacidade ampliada de seis para dez leitos


O Alto Oeste potiguar acaba de ganhar duas importantes obras na área da saúde, executadas pelo Governo do Estado. Na sexta-feira (8), o governador Robinson Faria esteve no Hospital Regional Doutor Cleodon Carlos de Andrade, em Pau dos Ferros, para entregar novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva Adulto (UTI) e inaugurar de forma simbólica o serviço de ortopedia da unidade.
O hospital recebeu uma UTI totalmente renovada, com capacidade ampliada de seis para dez leitos. O investimento na obra foi de R$ 850 mil com recursos do tesouro estadual. O valor também incluiu uma reforma estrutural e a compra de novos equipamentos.
“A Saúde no Rio Grande do Norte avançou em mais uma etapa. Estamos entregando dois grandes serviços para o setor, beneficiando não apenas a população de Pau dos Ferros, mas toda a região. Nosso investimento vai dar agilidade ao atendimento e diminuir ou até cessar o deslocamento para outras unidades”, destacou o governador.
“Quando assumi o compromisso de administrar o hospital, recebemos uma UTI em funcionamento precário do ponto de vista da estrutura física e equipamentos. E hoje com a reforma, ampliação e equipamentos, estamos recebendo uma UTI estruturada e com capacidade para dez pacientes”, comemorou a diretora do estabelecimento de saúde, Márcia Holanda.
O serviço de trauma-ortopedia já estava em funcionamento desde abril deste ano e foi entregue hoje de forma simbólica. Dois ortopedistas se revezam em um plantão para cirurgias de urgência, emergência e eletivas. De abril a junho já foram realizadas 164 cirurgias, sendo 101 cirurgias de caráter de urgências e 63 eletivas.
Robinson complementou lembrando que a implantação da ortopedia no Hospital Regional de Pau dos Ferros elimina em 100% as transferências de pacientes para Mossoró, por exemplo. “Vamos desafogar o atendimento em outros hospitais de referência, como também evitar comprometer ainda mais a saúde do paciente”, disse.
O secretário de Estado da Saúde Pública, Pedro Cavalcanti, ressaltou que os serviços entregues hoje, somados aos que estão em andamento, tornam a unidade um modelo para o setor. “Esse hospital vai ficar pleno. Vai ser uma unidade com capacidade para fazer cirurgias de baixa, média e alta complexidade. Por isso que eu digo que ele será pleno. E podemos dizer que esse será o hospital regional modelo para que possamos replicar em outras cidades com unidades de referência”, afirmou. O titular da Sesap também destacou que o hospital deve receber ainda este ano um arco cirúrgico e também um equipamento de hemodiálise aguda.
Obras em andamento no Hospital Regional
Outras duas obras seguem em fase de execução no Hospital Regional de Pau dos Ferros: a reforma e ampliação do setor de Urgência e Emergência da unidade e a construção do Banco de Leite Humano (BLH) do hospital.
A ampliação da porta de entrada de urgências tem o investimento total de R$ 7 milhões, sendo R$ 3 milhões para obra e os outros R$ 4 milhões para estruturação e compra de equipamentos. Os recursos são do Governo Cidadão por meio do empréstimo junto ao Banco Mundial.
A obra já alcançou 56% de execução e tem previsão de entrega para agosto deste ano. A unidade vai atender a população de 37 cidades da região, o que reflete no atendimento de aproximadamente 300 mil pessoas
Já o investimento na construção do Banco de Leite chega a R$ 2 milhões, também com recursos do Governo Cidadão. A obra vai oferecer ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, além de fomentar atividades de coleta da produção lática da nutriz (ama-de-leite), bem como a classificação, processamento, controle de qualidade e distribuição.
A previsão de conclusão da obra é setembro deste ano e os equipamentos já estão em fase de licitação. Serão adquiridos cerca de 35 equipamentos, como cadeiras de rodas, caixas isotérmicas, balanças, berços, dentre outros.
O Hospital Regional de Pau dos Ferros possui atualmente capacidade de 94 leitos, sendo 20 deles ampliados na atual gestão, distribuídos nas diversas clínicas, centro cirúrgico, centro obstétrico, salas de cirurgia e de parto.
A unidade também conta com laboratório de análises clínicas, serviço de radiologia com Raio X Móvel e em fase de aquisição de um aparelho fixo, bem como um tomógrafo e um aparelho de ultrassonografia com doppler.

ABC busca liderança do grupo no Acre

Partida contra o Atlético começa às 19 horas


O ABC pode terminar o 1º turno da Série C do Campeonato Brasileiro na liderança do grupo A . Neste domingo (10), o Alvinegro enfrenta o Atlético-AC, no estádio Florestão, às 19 horas, pela 9ª rodada da competição.
Para chegar ao topo, o time potiguar precisa vencer o adversário e ainda contar com um tropeço do Confiança-SE, que enfrenta o Globo, em Ceara-Mirim.
O ABC é o atual terceiro colocado, com 14 pontos. O Atlético lidera com 16.
Para a partida, o técnico Ranielle Ribeiro só não poderá contar com o volante Felipe Guedes, que cumpre suspensão automática. Assim, Jardel deve ser seu substituto entre os titulares.
O Atlético tem a melhor campanha de toda a Série C. Além disso, venceu os quatro jogos que fez em casa sem tomar gols.

Cavalo que se despediu de vaqueiro morto na PB mudou comportamento, diz irmão

Há um ano, cavalo Sereno comoveu população ao 'se despedir' do dono em velório. Desde que o vaqueiro morreu, irmão dele cuida do animal.



Mudança de comportamento

Desde que o vaqueiro morreu, segundo a família, o cavalo mudou de comportamento. “A gente sabe que ele não é do mesmo jeito. Mudou muito. Ele gostava de correr, mas parou. Não brinca mais”, explica o irmão da vítima.

Francisco Rufino César é responsável pelo sítio da família de Wagner de Lima e cuidador do cavalo, ele diz que "Sereno" não tem mais disposição para correr em vaquejadas, atividade que fazia na companhia do dono, e que se agita com facilidade ao se deparar com multidões.

"Eu notei que ele não está fazendo mais o que fazia. Pela minha experiência, eu acho que ele perdeu o gosto, depois da morte de Wagner. Ele não sabe falar, mas eu acredito que ele tem sentimento", disse Francisco, que já cuidou do cavalo antes e depois da morte do vaqueiro.

Para a família, o fim de ano de 2017 e início de 2018 não tem sido fácil. Na segunda-feira (1º) completou um ano da morte do vaqueiro e as lembranças são inevitáveis. “Como completou um ano, a gente ficou muito abalado, lembrando do que aconteceu. É uma coisa que a gente nunca vai esquecer”, disse Wando.


Relembre o caso

Wagner de Lima Figueiredo tinha 34 anos, era vaqueiro e funcionário da Prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Wagner morreu na madrugada do dia 1º de janeiro de 2017 em um acidente de moto no estado do Rio Grande do Norte. Ele estava sozinho na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas morreu.


Enterro

O cavalo comoveu a família e os amigos do vaqueiro paraibano Wagner Figueiredo de Lima, depois que o animal foi levado para se despedir do dono e ao ser colocado próximo ao veículo onde estava o corpo, deitou a cabeça sobre o caixão, um momento que chamou a atenção de todos. O enterro do vaqueiro aconteceu na tarde do dia 3 de janeiro de 2017, na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba.





Vaquejada de são pedro. Várzea / RN

A TRADIÇÃO VOLTOU !

30 de junho 2018. No PARQUE ARRUDA CÂMARA. 
são 10.000,00 ( Dez mil reais em prêmios
INSCRIÇÃO R$ 200,00. As 50 primeiras Senhas corridas Vão para 2° rodada. 
Org: Armando Arruda





Você já conhece a MKP ou já ouviu falar?


Ela é uma empresa que está há 27 anos no mercado, tem fábrica própria e há 15 anos é líder no mercado de segmentos de camisetas cristãs. Essa empresa tem uma missão de ajudar a pessoas carentes do sertão nordestino levando roupas, alimentos e atendimentos na área da saúde.
Agora que vc sabe um pouco sobre essa empresa, vale a pena querer conhecer mais, não acham? Eu agora sou uma empreendedora MKP e estou à disposição de quem se interessar a tirar mais dúvidas.

Peça já a sua , entre em contato com a gente . Excelente final de semana , Deus abençoe 😊 #MKP #Markadapaz #vestirbemfazbem #mundocriatao #soucristao #gratidão #Deusnocontrole #bomdia #modacrista
WhatsApp: (84)9 87016485




Ganhando R$ 30 mil ao mês, jovem pede no DF valorização de prostitutas

Paulista viaja sempre a Brasília para atender seis políticos e empresários.

Dinheiro a permitiu comprar casa e carro e bancar viagens com a família.
Uma garota de programa paulista de 29 anos descobriu como fazer valer a pena viajar para Brasília para atender seis clientes – entre políticos e empresários – depois de criar uma personagem inspirada em deusas gregas. Preferindo manter a identidade em segredo, a mulher tem aproveitado os protestos pró e contra Dilma para cobrar mais atenção do poder público à profissão de prostituta.
A jovem conta que começou a trabalhar na área há quatro anos e por opção.Ela afirma ganhar cerca de R$ 30 mil por mês sob a alcunha de "Spartana Hera". O dinheiro a permitiu trocar a vida simples por viagens e ajudas regulares aos pais, além de carro e casa próprios.


"Sempre gostei de sexo e, quando digo isso, é num nível alto, podemos considerar uma porta para a profissão. Não quer dizer que todas gostam assim, mas eu tenho essa sorte. E, claro, também pelo dinheiro. Só uni o útil ao agradável", afirma. "Sempre pensei como uma opção de vida, nunca julguei de forma ruim ou tive olhos preconceituosos."

Hera trabalhava na compra e revenda de roupas, maquiagem e sapatos. O salário era de R$ 2 mil. A jovem decidiu então apostar no próprio corpo como produto e passou a atender em uma casa de massagens. Ela diz ainda se lembrar da primeira experiência.

"Foi estranho, mas, ao mesmo tempo, gostoso. Eu estava nervosa e apreensiva por quem poderia ser esse primeiro cara. Me lembro dele, sim, foi muito paciente e educado", detalha. "Conheci ele somente na sala reservada. Um homem muito elegante, cheiroso, e não foi o melhor nem o pior programa. Na época recebi R$ 350 por uma hora."
A mulher conta ter trocado a clínica pela personagem para melhorar o trabalho e ter qualidade de vida. Como deusa grega, ela diz conseguir atender em dias e horários em que ela escolhe e em locais mais seguros e confortáveis. A jovem não tem mais preço fixo por cliente.

Além de ter clientes no Distrito Federal, Hera também viaja para serviços no Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Bahia com frequência. Ela faz em média três atendimentos por dia. Em épocas "muito boas", a mulher afirma dobrar o trabalho. A jovem diz não ter restrição e atender tanto homens quanto mulheres. A garota de programa também atende com uma amiga, quando solicitado.

"Viajo bastante, mas só com clientes que já conheço há algum período, por segurança mesmo. Essa 'seleção' [de clientes] sempre será um risco, mas faço diversas perguntas antes, vejo fotos, e mesmo assim não é nenhuma garantia, esse é o risco que toda garota corre", explica.

Segundo a garota de programa, a maioria dos clientes quer sexo e realização de fetiches. "Outros são bem carentes, querem carinho e atenção. Não sei se posso relacionar os papos com psicologia, mas rolam muitos desabafos e confissões de frustrações e fraquezas que escondem das esposas e família. Eu apenas ouço com atenção e faço meu trabalho."


O primeiro contato costuma acontecer justamente em viagens de negócios dos clientes a São Paulo. Os clientes mais antigos têm prioridade no atendimento, justamente por já serem conhecidos, pagarem "bem" e toparem arcar com os custos pelo restante do dia ou até da semana para ficar com Hera.

Luta
Carregando cartazes com mensagens como "Seja deputado ou puta, todo mundo precisa de respeito" e "Eu sou puta, mas o governo que fode todo mundo", a jovem tem protestado em Brasília por mais segurança e garantias para a área. Ela faz referência ao projeto de lei 4.211/2012, do deputado Jean Wyllys (PSOL). A proposta ficou conhecida como PL Gabriela Leite – uma garota de programa que defendeu os direitos dos profissionais do sexo e chegou a fundar a ONG Davida – Prostituição, Direitos e Saúde.

"Eu presto um serviço e não tenho garantias nenhuma. Precisamos primeiramente regulamentar a profissão e a partir daí muitas conquistas virão. As maiores reclamações são sobre a falta de segurança. Dados dizem que temos mais 1,5 milhão de pessoas trabalhando na prostituição no Brasil, e todas essas pessoas estão sem direitos previstos pela lei", afirma.

Hera não contou se chegou a ser vítima de violência durante o trabalho, mas diz sofrer preconceito de forma indireta diariamente. "Normalmente ocorre em conversas com pessoas que não sabem que sou e acabam destilando suas maldades. Me sinto triste, não posso mentir, mas também me dá força para lutar no dia a dia. As pessoas precisam respeitar mais, o que faço com meu corpo não afeta a vida delas. Chega de nos colocarmos à margem da sociedade. Estamos no centro."

Amigos próximos a apoiam no trabalho. "Acredito que as pessoas que mais se colocam à frente desse preconceito na sociedade são os que mais consomem nosso trabalho. Pode até ser uma forma de disfarçar os desejos."

Ela conta que criou a personagem justamente para se resguardar e para poder preservar clientes. Rainha do Olimpo na mitologia grega, Hera era a deusa protetora do casamento, da vida e da mulher. A garota de programa diz que agregou o "spartana" por sempre ter se visto como "guerreira".

"As roupas foram desenhadas por um amigo e confeccionadas por um estilista em São Paulo. A personagem foi criada para chamar atenção pela causa, ela é uma batalhadora que lutará por direitos da classe", afirma.



Quem promove "bagunça" e "ditadura" não deveria ser candidato, diz Alckmin...



“Esses pré-candidatos que flertam com a intervenção militar e a ditadura não deveriam ser candidatos”, afirmou Alckmin. “Eles não acreditam no regime democrático”, disse ele, após se reunir com as bancadas tucanas no Senado e na Câmara.
No dia em que manifestantes foram para o gramado do Congresso com faixas em defesa de uma intervenção militar, Alckmin percorreu gabinetes e participou de reuniões com lideranças tucanas. Os encontros, segundo participantes, foram marcados por um clima de “ansiedade” por uma presença mais incisiva do pré-candidato no debate eleitoral.
“Neste momento, certas ações podem soar como oportunismo político, sem consistência”, argumentou o deputado Floriano Pesaro (PSDB-SP). “O momento é de trabalhar nos bastidores.” Para Alckmin, a disputa começa mesmo em 15 de agosto depois da Copa do Mundo. “As pessoas não estão com cabeça agora para eleições.”

Inquérito sobre Alckmin vai para a Justiça Eleitoral e frustra Lava Jato

Coincidência que o inquérito contra o tucano Alckmin tenha vindo para São Paulo onde ele foi governador e onde supostamente terá força para “influenciar” a justiça e assim conseguiu “escapar” da Lava Jato em Curitiba?
Foto reprodução Jornal Nacional (CRÉDITO)

Procuradores da Lava Jato em São Paulo estão estudando como avançar nas investigações sobre o ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB. Por decisão do Superior Tribunal de Justiça, o inquérito sobre o tucano foi encaminhado à Justiça Eleitoral.
A decisão do STJ de mandar o inquérito sobre o ex-governador Geraldo Alckmin para a Justiça Eleitoral está sendo discutida pelos 11 procuradores da força-tarefa da Lava Jato, em São Paulo. Eles queriam assumir as investigações de suspeitas de corrupção. Agora, Alckmin pode responder apenas por caixa dois de campanha.
Os procuradores ainda não definiram os próximos passos, mas uma das possibilidades é pedir o compartilhamento das provas com a Justiça Eleitoral e, assim, verificar se há indícios para abrir investigações criminais contra o ex-governador de São Paulo.
O nome de Geraldo Alckmin apareceu nas delações premiadas de três executivos da construtora Odebrecht. Benedicto Júnior, acusado de fazer parte do departamento de operações estruturadas da empresa, o chamado departamento da propina, disse que, no total, foram destinados R$ 10 milhões de caixa dois às campanhas de Alckmin em 2010 e 2014.
Alckmin está citado em mais de um processo que investiga corrupção ocorrida durante seu governo, no Estado de São Paulo – Foto CRÉDITO: divulgação

Benedicto: R$ 10 milhões em caixa dois pelo sistema de operações estruturadas da Odebrecht.
Arnaldo Cumplido era responsável na Odebrecht pelas obras do metrô e relatou que o repasse na campanha de 2014 de R$ 8 milhões tinha uma relação indireta com as obras da linha seis do metrô, a laranja. A Odebrecht fazia parte do consórcio que fez parceria com o governo do estado para realizar as obras.
MP: Não tinha nenhuma relação com a obra do metrô?
Cumplido: Relação entre causa e efeito, não. Para efeito de alocação de custo, somente.
MP: O senhor pode explicar melhor como seria essa alocação de custo?
Cumplido: Era um apoio para a campanha do governo do estado de São Paulo. Teoricamente, esses valores saíam dos custos das obras do estado de São Paulo.
Benedicto Júnior, disse que Geraldo Alckmin nunca beneficiou a Odebrecht, mas que a empresa deu dinheiro para a campanha dele porque tinha interesse em manter boas relações com o governador.
Benedicto: Primeiro, ele era um expoente que tinha espaço no cenário nacional do PSDB, a gente sempre acreditou que haveria uma alternância de poder no país; segundo, ele tinha o manejo de São Paulo, que era um estado importante para a nossa operação, então, queríamos manter a relação fluida, sem nenhum óbice. Basicamente eram esses os objetivos.
MP: E Geraldo Alckmin já beneficiou diretamente a Odebrecht?
Benedicto: Não que eu saiba. De maneira alguma. Não tenho nenhuma.
Alckmin, como governador, tinha foro privilegiado e o caso foi para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, no fim de 2017. Na semana passada, Alckmin renunciou ao cargo e perdeu o foro privilegiado.
Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pediram, então, à Procuradoria-Geral da República em Brasília para receber o inquérito. Mas a PGR indicou ao Superior Tribunal de Justiça que a suspeita era de crime eleitoral. Por isso, o STJ enviou para a Justiça Eleitoral em São Paulo.
No pedido à Procuradoria-Geral da República, os procuradores da Lava Jato de São Paulo disseram que o envio da investigação era urgente “tendo em vista o andamento avançado de outras apurações correlatas ao caso”.
O vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, respondeu que nunca foi informado de apurações correlatas e muito menos da alegada urgência e reafirmou que a suspeita era de crime eleitoral.
O advogado de Alckmin defendeu o ex-governador.
“Acho que a investigação está sendo feita, é normal que o seja, mas a minha expectativa é que, em breve, tudo seja esclarecido e, se houver culpados, que se puna quem realmente cometeu algum ilícito. Mas, em relação ao governador, estamos muito tranquilos”, disse José Eduardo Alckmin.
Em entrevista nesta quinta-feira (12) ao jornal “O Globo”, o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, disse que as referências a Alckmin na delação da Odebrecht foram no sentido de que ele teria recebido dinheiro não declarado à Justiça Eleitoral para a sua campanha e que a investigação se deu sobre esses fatos. Para o vice-procurador-geral, “não havia elementos para ir além disso”.
Na noite desta quinta, a Procuradoria-Geral da República informou em nota oficial que, se os procuradores da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo tiverem informações que possam levar adiante investigação sobre atos de corrupção ou outro crime, nada os impede de iniciar uma apuração criminal sobre os fatos.



Aluga-se para Feriados, Finais de semanas, Carnaval ou Temporada, uma aconchegante casa Tipo Rustica mobiliada ideal para : Grupos de amigos ,aniversários.

VILLA ÂNGELA
Nossa diária está R$ 180,00, 6 pessoas, entrando às 10:00 em um dia e saindo no outro às 12:00.
Venha passar um final de semana divertido em meio à natureza! Ligue agora, ainda dá tempo de fazer sua Reserva! 📞
Casa mobiliada com churrasqueira individual ! 
  WhatsApp: (84)9 86004792 / (84)9 91913533

#viilaangelapiumrn
Faça agora mesmo a sua Reserva !





Lula diz em manifesto que só a morte o impede de “reencontro com povo brasileiro”

Lançado ontem pelo PT como pré-candidato a presidência da Republica, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou um manifesto ao povo brasileiro reafirmando inocência e sua...


Lançado ontem pelo PT como pré-candidato a presidência da Republica, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou um manifesto ao povo brasileiro reafirmando inocência e sua disposição de disputar a eleição deste ano. Lula disse que somente fica fora da disputa, “se a vida lhe faltar”.

MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO
Há dois meses estou preso, injustamente, sem ter cometido crime nenhum. Há dois meses estou impedido de percorrer o País que amo, levando a mensagem de esperança num Brasil melhor e mais justo, com oportunidades para todos, como sempre fiz em 45 anos de vida pública.
Fui privado de conviver diariamente com meus filhos e minha filha, meus netos e netas, minha bisneta, meus amigos e companheiros. Mas não tenho dúvida de que me puseram aqui para me impedir de conviver com minha grande família: o povo brasileiro. Isso é o que mais me angustia, pois sei que, do lado de fora, a cada dia mais e mais famílias voltam a viver nas ruas, abandonadas pelo estado que deveria protegê-las.
De onde me encontro, quero renovar a mensagem de fé no Brasil e em nosso povo. Juntos, soubemos superar momentos difíceis, graves crises econômicas, políticas e sociais. Juntos, no meu governo, vencemos a fome, o desemprego, a recessão, as enormes pressões do capital internacional e de seus representantes no País. Juntos, reduzimos a secular doença da desigualdade social que marcou a formação do Brasil: o genocídio dos indígenas, a escravidão dos negros e a exploração dos trabalhadores da cidade e do campo.
Combatemos sem tréguas as injustiças. De cabeça erguida, chegamos a ser considerados o povo mais otimista do mundo. Aprofundamos nossa democracia e por isso conquistamos protagonismo internacional, com a criação da Unasul, da Celac, dos BRICS e a nossa relação solidária com os países africanos. Nossa voz foi ouvida no G-8 e nos mais importantes fóruns mundiais.
Tenho certeza que podemos reconstruir este País e voltar a sonhar com uma grande nação. Isso é o que me anima a seguir lutando.
Não posso me conformar com o sofrimento dos mais pobres e o castigo que está se abatendo sobre a nossa classe trabalhadora, assim como não me conformo com minha situação.
Os que me acusaram na Lava Jato sabem que mentiram, pois nunca fui dono, nunca tive a posse, nunca passei uma noite no tal apartamento do Guarujá. Os que me condenaram, Sérgio Moro e os desembargadores do TRF-4, sabem que armaram uma farsa judicial para me prender, pois demonstrei minha inocência no processo e eles não conseguiram apresentar a prova do crime de que me acusam.
Até hoje me pergunto: onde está a prova?
Não fui tratado pelos procuradores da Lava Jato, por Moro e pelo TRF-4 como um cidadão igual aos demais. Fui tratado sempre como inimigo.
Não cultivo ódio ou rancor, mas duvido que meus algozes possam dormir com a consciência tranquila.
Contra todas as injustiças, tenho o direito constitucional de recorrer em liberdade, mas esse direito me tem sido negado, até agora, pelo único motivo de que me chamo Luiz Inácio Lula da Silva.
Por isso me considero um preso político em meu país.
Quando ficou claro que iriam me prender à força, sem crime nem provas, decidi ficar no Brasil e enfrentar meus algozes. Sei do meu lugar na história e sei qual é o lugar reservado aos que hoje me perseguem. Tenho certeza de que a Justiça fará prevalecer a verdade.
Nas caravanas que fiz recentemente pelo Brasil, vi a esperança nos olhos das pessoas. E também vi a angústia de quem está sofrendo com a volta da fome e do desemprego, a desnutrição, o abandono escolar, os direitos roubados aos trabalhadores, a destruição das políticas de inclusão social constitucionalmente garantidas e agora negadas na prática.
É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República.
Assumo esta missão porque tenho uma grande responsabilidade com o Brasil e porque os brasileiros têm o direito de votar livremente num projeto de país mais solidário, mais justo e soberano, perseverando no projeto de integração latino-americana.
Sou candidato porque acredito, sinceramente, que a Justiça Eleitoral manterá a coerência com seus precedentes de jurisprudência, desde 2002, não se curvando à chantagem da exceção só para ferir meu direito e o direito dos eleitores de votar em quem melhor os representa.
Tive muitas candidaturas em minha trajetória, mas esta é diferente: é o compromisso da minha vida. Quem teve o privilégio de ver o Brasil avançar em benefício dos mais pobres, depois de séculos de exclusão e abandono, não pode se omitir na hora mais difícil para a nossa gente.
Sei que minha candidatura representa a esperança, e vamos levá-la até as últimas consequências, porque temos ao nosso lado a força do povo.
Temos o direito de sonhar novamente, depois do pesadelo que nos foi imposto pelo golpe de 2016.
Mentiram para derrubar a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita. Mentiram que o país iria melhorar se o PT saísse do governo; que haveria mais empregos e mais desenvolvimento. Mentiram para impor o programa derrotado nas urnas em 2014. Mentiram para destruir o projeto de erradicação da miséria que colocamos em curso a partir do meu governo. Mentiram para entregar as riquezas nacionais e favorecer os detentores do poder econômico e financeiro, numa escandalosa traição à vontade do povo, manifestada em 2002, 2006, 2010 e 2014, de modo claro e inequívoco.
Está chegando a hora da verdade.
Quero ser presidente do Brasil novamente porque já provei que é possível construir um Brasil melhor para o nosso povo. Provamos que o País pode crescer, em benefício de todos, quando o governo coloca os trabalhadores e os mais pobres no centro das atenções, e não se torna escravo dos interesses dos ricos e poderosos. E provamos que somente a inclusão de milhões de pobres pode fazer a economia crescer e se recuperar.
Governamos para o povo e não para o mercado. É o contrário do que faz o governo dos nossos adversários, a serviço dos financistas e das multinacionais, que suprimiu direitos históricos dos trabalhadores, reduziu o salário real, cortou os investimentos em saúde e educação e está destruindo programas como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Pronaf, Luz Pra Todos, Prouni e Fies, entre tantas ações voltadas para a justiça social.
Sonho ser presidente do Brasil para acabar com o sofrimento de quem não tem mais dinheiro para comprar o botijão de gás, que voltou a usar a lenha para cozinhar ou, pior ainda, usam álcool e se tornam vítimas de graves acidentes e queimaduras. Este é um dos mais cruéis retrocessos provocados pela política de destruição da Petrobrás e da soberania nacional, conduzida pelos entreguistas do PSDB que apoiaram o golpe de 2016.
A Petrobrás não foi criada para gerar ganhos para os especuladores de Wall Street, em Nova Iorque, mas para garantir a autossuficiência de petróleo no Brasil, a preços compatíveis com a economia popular. A Petrobrás tem de voltar a ser brasileira. Podem estar certos que nós vamos acabar com essa história de vender seus ativos. Ela não será mais refém das multinacionais do petróleo. Voltará a exercer papel estratégico no desenvolvimento do País, inclusive no direcionamento dos recursos do pré-sal para a educação, nosso passaporte para o futuro.
Podem estar certos também de que impediremos a privatização da Eletrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa, o esvaziamento do BNDES e de todos os instrumentos de que o País dispõe para promover o desenvolvimento e o bem-estar social.
Sonho ser o presidente de um País em que o julgador preste mais atenção à Constituição e menos às manchetes dos jornais.
Em que o estado de direito seja a regra, sem medidas de exceção.
Sonho com um país em que a democracia prevaleça sobre o arbítrio, o monopólio da mídia, o preconceito e a discriminação.
Sonho ser o presidente de um País em que todos tenham direitos e ninguém tenha privilégios.
Um País em que todos possam fazer novamente três refeições por dia; em que as crianças possam frequentar a escola, em que todos tenham direito ao trabalho com salário digno e proteção da lei. Um país em que todo trabalhador rural volte a ter acesso à terra para produzir, com financiamento e assistência técnica.
Um país em que as pessoas voltem a ter confiança no presente e esperança no futuro. E que por isso mesmo volte a ser respeitado internacionalmente, volte a promover a integração latino-americana e a cooperação com a África, e que exerça uma posição soberana nos diálogos internacionais sobre o comércio e o meio ambiente, pela paz e a amizade entre os povos.
Nós sabemos qual é o caminho para concretizar esses sonhos. Hoje ele passa pela realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças políticas, sem regras de exceção para impedir apenas determinado candidato.
Só assim teremos um governo com legitimidade para enfrentar os grandes desafios, que poderá dialogar com todos os setores da nação respaldado pelo voto popular. É a esta missão que me proponho ao aceitar a candidatura presidencial pelo Partido dos Trabalhadores.
Já mostramos que é possível fazer um governo de pacificação nacional, em que o Brasil caminhe ao encontro dos brasileiros, especialmente dos mais pobres e dos trabalhadores.
Fiz um governo em que os pobres foram incluídos no orçamento da União, com mais distribuição de renda e menos fome; com mais saúde e menos mortalidade infantil; com mais respeito e afirmação dos direitos das mulheres, dos negros e à diversidade, e com menos violência; com mais educação em todos os níveis e menos crianças fora da escola; com mais acesso às universidades e ao ensino técnico e menos jovens excluídos do futuro; com mais habitação popular e menos conflitos de ocupações nas cidades; com mais assentamentos e distribuição de terras e menos conflitos de ocupações no campo; com mais respeito às populações indígenas e quilombolas, com mais ganhos salariais e garantia dos direitos dos trabalhadores, com mais diálogo com os sindicatos, movimentos sociais e organizações empresarias e menos conflitos sociais.
Foi um tempo de paz e prosperidade, como nunca antes tivemos na história.
Acredito, do fundo do coração, que o Brasil pode voltar a ser feliz. E pode avançar muito mais do que conquistamos juntos, quando o governo era do povo.
Para alcançar este objetivo, temos de unir as forças democráticas de todo o Brasil, respeitando a autonomia dos partidos e dos movimentos, mas sempre tendo como referência um projeto de País mais solidário e mais justo, que resgate a dignidade e a esperança da nossa gente sofrida. Tenho certeza de que estaremos juntos ao final da caminhada.
Daqui onde estou, com a solidariedade e as energias que vêm de todos os cantos do Brasil e do mundo, posso assegurar que continuarei trabalhando para transformar nossos sonhos em realidade. E assim vou me preparando, com fé em Deus e muita confiança, para o dia do reencontro com o querido povo brasileiro.
E esse reencontro só não ocorrerá se a vida me faltar.
Até breve, minha gente
Viva o Brasil! Viva a Democracia! Viva o Povo Brasileiro!
Luiz Inácio Lula da Silva
Curitiba, 8 de junho de 2018